Como escolher o seu primeiro baixo elétrico?
Um baixo de 4 cordas, confortável para a sua mão, e um pequeno amplificador são tudo o que você precisa para começar.
Para começar, escolha um baixo de 4 cordas com trastes: de escala longa se suas mãos o permitirem ou de escala curta se forem pequenas, com o maistil reto, as cordas a uma altura confortável e uma eletrônica que não faça barulho.
O resto —color, forma do corpo, quantidade de pérolas — importa muito menos no início do que o conforto. Um baixo que se sente bem nas suas mãos é um baixo que você vai tocar todos os dias.
Em resumo
- Começa com 4 cordas: é o padrão dos métodos e o maistil é mais fácil de abranger.
- A escala curta, de umas 30 polegadas, é uma boa opção para crianças e mãos pequenas; a longa, de 34, é a mais comum.
- Começa com trastes: o baixo sem trastes exige uma afinação muito precisa e se deixa para mais adiante.
- O baixo precisa de um amplificador de baixo, não um violão; para casa basta um pequeno com saída de aparelhos auditivos.
- Revira maistil, trastes, eletrônica e clavijas, e pídele a seu professor que o toque antes de pagar.
4, 5 ou 6 cordas?
| Tipo | O que agrega | Para começar? |
|---|---|---|
| 4 cordas (Mi, La, Re, Sol) | É o formato padrão | Sim, é a opção recomendada |
| 5 cordas | Uma corda Se mais grave | Só se você já sabe que tocará gênero que a pedem; o maistil é mais largo |
| 6 cordas ou mais | Graves e agudos adicionais | Não; é um instrumento para etapas avançadas |
Com quatro cordas você pode tocar a grande maioria de canções de rock, pop, molho, cumbia, funk ou balada. As linhas que você vai aprender o primeiro ano estão escritas para esse intervalo, e tudo o que você aprende se muda depois de um baixo de cinco se algum dia precisar. Se ainda dúvidas entre este instrumento e a guitarra, lê guitarra ou baixo: qual aprender.
O mesmo se aplica aos trastes: um baixo sem trastes tem um som muito particular, mas exige localizar cada nota de ouvido, como em um comtrabalho. Primeiro aprende com trastes; a mudança, se chegar, será muito mais fácil.
Escala curta, média ou longa
A escala é a distância entre a escova e a ponte, ou seja, o comprimento de corda que vibra. Dela dependem a separação entre trastes, a tensão das cordas e o tamanho geral do instrumento.
| Escala | Medida aproximada | Para quem |
|---|---|---|
| Larga | 34 polegadas | A mais comum; adolescentes e adultos de mãos médias ou grandes |
| Media | 32 polegadas | Um ponto intermediário, confortável para mãos medianas |
| Corta | 30 polegadas | Crianças, mãos pequenas ou quem procura um baixo mais leve e compacto |
Um teste simples: com o baixo pendurado e a mão esquerda no primeiro transte, tenta abranger quatro trastes seguidos, um dedo por traste, sem esticar o pulso. Se for impossível, teste uma escala mais curta. Tenha em conta que os baixos de escala curta necessitam de cordas da sua medida; as de escala longa não servem.
O peso também conta. Muitos baixos são pesados e alguns tendem a sair de cabeça: ao largar, o clavijero desce para o chão. Tente de pé com correia, não só sentado, e fíjate se você pode tocar dez minutos sem dor no ombro.
Maistil, trastes e altura de cordas
Aqui se decide se um baixo é fácil ou difícil de tocar. Verifique:
- Maistil reto— olha do clavijero para o corpo, ao longo da borda do diapasão. Uma curva leve é normal; uma torcedura em forma de hélice não.
- Altura das cordas: se ficarmos muito altas sobre os trastes, terás que fazer muita força. Pode-se ajustar, mas um baixo novo deveria vir calibrado.
- Trastes: toca as quatro cordas atrás de si. Um zumbido em um ou dois lugares pode indicar um traste alto ou gasto.
- Bordes do DiapasãoSe as pontas dos trastes raspam, a madeira contraiu-se; passa quando um instrumento viaja de terra quente a um clima frio como o de Bogotá.
- Entonação: afina com o afinador de baixo e compara a nota ao ar com a do traste 12. Se estiverem muito diferentes, a ponte deve ser ajustada.
- Clavijas: devem girar parejo e sustentar a afinação.
A alma, a haste metálica dentro do maistil, permite corrigir sua curvatura, mas não se deve forçar. Como cuidar de um baixo elétrico Nós te explicamos por que é melhor deixar esse ajuste a um técnico.
Pastilhas e eletrônicas: o justo que você deve saber
Para começar, você não precisa ser especialista em comprimidos, mas convém entender duas diferenças:
- Um comprimido ou dois: um comprimido partida no centro do corpo dá um som redondo e com peso; dois comprimidos de bobina simples oferecem mais brilho e combinações. Com qualquer uma das duas, você pode aprender qualquer gênero.
- Passivo ou activo: um baixo passivo funciona sem baterias; um ativo tem um pré-amplificador interno que usa uma bateria de 9 volts e deixa de sonar bem, ou de sonar, quando se esgota. Para começar, o passivo é mais simples.
Ao testar, move cada pé com o baixo ligado: se soar um chasquido ou um raspado, o potenciômetro está sujo ou gasto. Move também o cabo no conector de saída: se o som for cortado, o conector está flojo. Um zumbido leve que baixa ao tocar as cordas ou a ponte é normalmente normal em comprimidos de bobina simples.
O amplificador e como praticar em casa
Sem amplificar, o baixo elétrico quase não se ouve, então o amplificador é parte da compra. Usa um pensado para baixo: os de guitarra não são projetados para frequências tão graves e, em volume alto, podem soar mal ou danificar-se.
| Opção | Ventajas | Ten em conta |
|---|---|---|
| Amplificador de baixo pequeno, com parlante de 8 ou 10 polegadas | O suficiente para praticar em casa e em classe | Não alcança para testar com bateria |
| Amplificador com saída de aparelhos auditivos | Pratica a qualquer hora sem incomodar os vizinhos | Procura que tenha entrada auxiliar para tocar em músicas |
| Amplificador de fones de ouvido ou interface de áudio | Muito compacto; serve para gravar e para aulas virtuais | Não substitui o amplificador quando toque com outros |
| Amplificador Grande | Necessário para testar com banda | Innecesario os primeiros meses e ocupa espaço |
Não se esqueça do básico: um cabo de instrumento resistente, uma correia larga, uma funda acolchada e um suporte. E usa o Metrônomo Desde o primeiro dia: no baixo, levar o tempo é o seu trabalho principal.
Novo ou usado: o que rever antes de pagar
Os baixos usados costumam ser uma boa opção: têm pouca eletrônica delicada e, se o maistil estiver saudável, quase tudo o resto se ajusta. Preste atenção a esses sinais:
| O que você vê | O que pode indicar |
|---|---|
| Surcos nos trastes sob as cordas que mais se tocam | Depois de gastar; depois ou cedo, será necessário nivelar ou mudar |
| Tornillos da ponte oxidados | Gravado em humidade; pode ser difícil de medir |
| Cordas opacas e sem brilho | Normal em um usado; mudar as cordas é parte da compra |
| A alma não gira ou já está no topo | Problema de maistil; melhor procurar outro |
| Ocos extra ou cabos cortados no compartimento de controles | Modificações; pergunta o que mudou e porque |
Peça ao seu professor que o toque e o ouça conectado; em poucos minutos sabe se o baixo vai te ajudar ou a estorvar. Se você ainda não tiver professor, você pode começar Classes de baixo elétrico e definir a compra com sua orientação.
Perguntas frequentes
O que baixo é melhor para uma criança?
Um de 4 cordas e escala curta, leve e com as cordas a pouca altura. Tente com correia: a criança deve atingir o primeiro transte sem esticar do braço esquerdo e mantê-lo sem encurvar.
Posso aprender baixo com um amplificador de guitarra?
Para sair da passagem e para baixo funciona, mas não é o ideal: o som perde graves e o parlante sofre. Enquanto você consegue um amplificador de baixo, pratica com fones de ouvido através de uma interface ou um amplificador de fones de ouvido.
Você pode começar com um baixo de 5 cordas?
Pode-se, mas o maistil é mais largo e a corda extra soma ruídos que precisa aprender a controlar. Se não houver uma razão concreta, o de 4 cordas torna mais fáceis os primeiros meses.
Tem que saber tocar violão antes de aprender baixo?
Não. O baixo é um instrumento com sua própria técnica e seu próprio papel na banda, e muitos baixistas começam diretamente nele.
