Tipos de acordes

Acordes maiores (C, G, D...)

Fórmula 1 – 3 – 5Parece que está a tocar. estável, luminoso e alegre. É o acorde básico de quase qualquer música: funciona como ponto de chegada (tônica) e como acorde de passagem. Exemplo: Dó maior (C).

Acordes menores (Am, Em, Dm...)

Fórmula 1 – ♭3 – 5Parece que está a tocar. estável mas mais escuro, melancólico ou íntimo. Aparece em baladas, boleiros, corredores e em quase toda a música popular; em uma tonalidade maior costuma ser o acorde relativo ou o segundo grau. Exemplo: Dó menor (Cm).

Acordes de sétima ou dominante (G7, D7...)

Fórmula 1 – 3 – 5 – ♭7Parece que está a tocar. tenso: pide resolver hacia otro acorde. É o acorde de dominante (V7): prepara a chegada à tônica e é a base do blues, do são e de muitos fechamentos de música. Exemplo: Dó sétima (C7).

Acordes de sétima maior (Cmaj7, Fmaj7...)

Fórmula 1 – 3 – 5 – 7Parece que está a tocar. suave, aberto e sonhador. Muito usado em bossa nova, jazz, baladas e pop: dá cor à tônica ou ao quarto grau sem criar tensão forte. Exemplo: Dó sétima maior (Cmaj7).

Acordes menores com sétima (Am7, Dm7...)

Fórmula 1 – ♭3 – 5 – ♭7Parece que está a tocar. relaxado, quente e algo melancólico. É o segundo grau da progressão ii–V–I do jazz e aparece em molho, funk, neo soul e pop. Exemplo: Dó sétima menor (Cm7).

Acordes suspensos 2 (Dsus2, Asus2...)

Fórmula 1 – 2 – 5Parece que está a tocar. aberto e ambíguo: nem maior nem menor. É usado para dar ar a um acorde maior ou menor, em rasgueos de pop e rock e em intros com cordas ao ar. Exemplo: Dó sus2 (Csus2).

Acordes suspensos 4 (Dsus4, Asus4...)

Fórmula 1 – 4 – 5Parece que está a tocar. suspenso, com vontade de voltar ao acorde maior. Normalmente resolve o acorde maior da mesma fundamental (Xsus4 → X): é um adorno clássico em rasgueos e finais. Exemplo: Dó sus4 (Csus4).

Acordes diminuídos (Bdim, C ⁇ dim...)

Fórmula 1 – ♭3 – ♭5Parece que está a tocar. instável e tenso. É o sétimo grau da escala maior e serve como acorde de passagem entre dois acordes que estão a um tom de distância. Exemplo: Dó diminuto (Cdim).

Acordes aumentados (Caug, Gaug...)

Fórmula 1 – 3 – ♯5Parece que está a tocar. misterioso e suspenso. Aparece como acorde de passagem (por exemplo I → I aumentado → vi) e em introduções de baladas e boleros. Exemplo: Dó aumentado (Caug).

Acordes semi-disminuidos (Bm7 bem-vinheiro5, Em7 bem-conforto5...)

Fórmula 1 – ♭3 – ♭5 – ♭7Parece que está a tocar. tenso mas suave, com uma cor escura. É o segundo grau das tonalidades menores (iiø–V7–i), muito comum em boleiros, tango e jazz. Exemplo: Dó meio-diminuto (Cm7♭5).

Perguntas frequentes

Quais são os acordes básicos de guitarra?

Os primeiros a aprender são os acordes abertos: Do (C), Sol (G), Re (D), La (A) e Mi (E) maiores, e La menor (Am), Mi menor (Em) e Re menor (Dm). Com eles já pode acompanhar muitas músicas. Na nossa guia de acordes básicos Temos-te em que ordem a aprender.

Como se lê um diagrama de acordes?

As linhas verticais são as cordas (a mais grossa à esquerda) e as horizontais são os trastes. Cada ponto indica onde pisar e o número é o dedo: 1 índice, 2 médio, 3 anular e 4 meñique. Um × acima de uma corda significa que não se toca e um ○ que soa ao ar. Se aparecer um número ao lado, o diagrama começa nesse traste.

O que significa a cifra americana (C, Dm, G7...)?

É a forma de escrever os acordes com letras: C = Do, D = Re, E = Mi, F = Fa, G = Sol, A = La e B = Si. Uma "m" indica menor (Am = A menor), um "7" indica sétima (G7 = Sol sétima) e "maj7" sétima maior.

O que é uma escova?

É quando o dedo índice pisa várias cordas ao mesmo tempo no mesmo transte, como uma escova móvel. Permite tocar qualquer acorde movendo a mesma forma pelo maistil. Na nossa guia da cejilla Nós te explicamos como alcançá-la sem dor.

Qual é a diferença entre um acorde maior e um menor?

Só muda uma nota: a terceira. No maior está a dois tons da fundamental (Do – Mi) e no menor a um tom e meio (Do – Mi bem bem). Por isso, o maior soa luminoso e o menor mais escuro ou melancólico.

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